Cresci em Lisboa e comecei a mexer com computadores mais cedo do que era suposto. Em 2018 entrei no curso profissional de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos na Escola Secundária José Saramago e foi aí que tudo encaixou. Não era só programar por obrigação escolar; era perceber como as coisas funcionam por dentro, desmontá-las e voltar a montá-las de forma diferente. Essa curiosidade é o que me move até hoje.
Depois do curso profissional, fiz o CTeSP em Informática na Academia de Ensino Superior de Mafra. Durante esse período tive dois estágios: um em suporte de IT numa empresa que prestava serviço remoto a empresas maiores, e outro em desenvolvimento web a construir sites para clientes, desde páginas estáticas e informativos a lojas online. Estou agora no IADE a fazer uma dupla licenciatura em Engenharia Informática e Informática de Gestão em simultâneo. É intenso, mas faz sentido para o que quero fazer.
Trabalho principalmente com JavaScript e TypeScript, React no frontend, Node.js e Python no backend, e tenho explorado Kotlin para Android. Não tenho uma stack favorita fixa: prefiro entender o problema antes de escolher as ferramentas. Às vezes isso significa usar o que já sei, outras vezes significa aprender algo novo para o projeto.
Aprendo de forma contínua, por necessidade ou por curiosidade. Não tenho medo de tecnologias novas: uma que não conheço hoje é uma que posso conhecer amanhã. E gosto genuinamente do processo, não é só trabalho.
O grosso do que faço é desenvolvimento web, do início ao fim. Isso normalmente significa arquitetar a estrutura antes de escrever uma linha de código, construir o backend com Node.js ou Python, montar a base de dados, e depois o frontend em React com TypeScript. Já trabalhei em projetos académicos de escala real, como a plataforma Africana Virtual Airways: uma aplicação full-stack de reservas de voos com motor de pesquisa, seleção de lugares, sistema de PNR e backoffice de administração, construída com Node.js, Express, MySQL e JavaScript vanilla.
Gosto especialmente de construir ferramentas que resolvem um problema específico de forma limpa. O Track Manager é um bom exemplo: é uma web app open source para gerir faixas de áudio e legendas em ficheiros de vídeo, com frontend em React e TypeScript e backend em FastAPI com Python. Nasceu de uma frustração real, e esse é sempre o melhor ponto de partida para qualquer projeto.
Além do desenvolvimento web, também faço Android com Kotlin. Depois do Xplored no IADE percebi que gosto do conjunto de desafios que o desenvolvimento mobile coloca: as restrições de bateria e memória, o ciclo de vida das Activities, a experiência de utilizador num ecrã pequeno. É uma área que pretendo continuar a explorar.
Estou disponível para projetos freelance. Se precisas de um site, uma web app, uma API, ou simplesmente de ajuda técnica para transformar uma ideia em código, fala comigo diretamente.
Fora do código, a fotografia ocupa muito do meu tempo. Câmaras analógicas, médio formato, rolos de filme de 35mm, abertura, luz natural. É uma área que me fascina tanto quanto a tecnologia: há algo de muito parecido entre as duas, a ideia de que com as ferramentas certas e atenção suficiente consegues capturar exatamente o que tens na cabeça. Tenho também um interesse crescente em open source, já tenho alguns projetos no meu GitHub e quero continuar a investir nessa área. E quando não estou a fazer nenhuma das duas coisas, estou provavelmente a jogar algum jogo indie ou a aprender algo que não tem utilidade imediata nenhuma mas que de alguma forma vai ser útil mais tarde.